Na época da ditadura…

“Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar.”

– Carlos Drumond de Andrade –
Não tenho saudade dela não… Mas creio que uma sociedade sadia tem de ter disciplina cívica, de ressaltar valores nobres de convivência, através de uma relação amorosa mas vigilante com os familiares… Estendendo-se até às escolas, onde o professor é respeitado, bem remunerado, e por isso mesmo tem condições de responder e dar continuidade a uma educação de qualidade! Aí, o respeito recíproco entre os cidadãos há de ser o aroma de que o caminho do progresso começou de fato a ser implantado! O que passou passou, mas podemos aprender com o que de bom cada experiência individual e coletiva nos proporcionou! Mas cada qual tem de fazer a sua parte… O poder político, o legislativo, o judiciário, as demais entidades democráticas… E é claro, todos os cidadãos! Fazendo somar experiências e cordialidades, dividindo os resultados do progresso para multiplicar o bem estar de todos e diminuir a tristeza! Gostou, então que tal irmos juntos nessa!?

Época da ditadura ….
Na época da ‘chamada’ ditadura…
Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de
sermos mortos por bandidos e traficantes…
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos
corredores dos hospitais…
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem
era cidadão de bem,quem era bandido e quem era terrorista…
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a
recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio
sexual”…
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças(ei!
negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua
bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso…
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do
trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de
sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar
“alcoolizado”…
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem
que isso constituísse crime ambiental…
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de
carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos
assaltados, sequestrados ou assassinados… Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer…

...é falar mal do presidente!
 
que merda !

Balança da justiça.

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Publicado em 13 de abril de 2013, em ARTE, CIDADANIA, CIDADES, CULTURA, ECONOMIA, FILOSOFIA, HUMOR, INFÂNCIA, INFORMAÇÃO, JUSTIÇA, JUVENTUDE, LITERATURA, MATURIDADE, PARADIGMAS, PAZ, PENSAMENTOS, POLÍTICA, REFLEXÃO, VOZ DIGITAL e marcado como , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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